Pedes para que não entremos pela porta, ó cavalo?!

Factos:
(1)
No Ensino Superior Universitário, qualquer Assistente, no dia em que termina o Doutoramento, passa imediatamente ao quadro como Professor Auxiliar;
No Ensino Superior Politécnico qualquer Assistente, no dia em que termina o Doutoramento fica exactamente como estava: Assistente.
(2)
No Ensino Superior Universitário é possível chegar-se ao topo da carreira por concurso documental;
No Ensino Superior Politécnico só com provas públicas é possível chegar-se ao topo da carreira.
(3)
Qualquer privado, ao fim de 3 anos, é obrigado a passar o funcionário ao quadro ou a despedi-lo.
O estado, que não é uma pessoa de bem, pode manter indefinidamente contratos a prazo, renováveis de 2 em 2 anos.
Qualquer badameco trabalha atrás de um balcão durante 6 meses e tem direito a subsídio de desemprego; mas um inútil de um professor pode trabalhar uma vida inteira, que nada o impede não só de ser despedido a qualquer momento e sem justa causa, como de ficar a chupar no dedo apesar de toda a vida ter descontado para os subsídios dos outros.
Pedes para que não entremos pela porta, ó cavalo?!

Factos:
(1)
No Ensino Superior Universitário, qualquer Assistente, no dia em que termina o Doutoramento, passa imediatamente ao quadro como Professor Auxiliar;
No Ensino Superior Politécnico qualquer Assistente, no dia em que termina o Doutoramento fica exactamente como estava: Assistente.
(2)
No Ensino Superior Universitário é possível chegar-se ao topo da carreira por concurso documental;
No Ensino Superior Politécnico só com provas públicas é possível chegar-se ao topo da carreira.
(3)
Qualquer privado, ao fim de 3 anos, é obrigado a passar o funcionário ao quadro ou a despedi-lo.
O estado, que não é uma pessoa de bem, pode manter indefinidamente contratos a prazo, renováveis de 2 em 2 anos.
Qualquer badameco trabalha atrás de um balcão durante 6 meses e tem direito a subsídio de desemprego; mas um inútil de um professor pode trabalhar uma vida inteira, que nada o impede não só de ser despedido a qualquer momento e sem justa causa, como de ficar a chupar no dedo apesar de toda a vida ter descontado para os subsídios dos outros.
Pedes para que não entremos pela porta, ó cavalo?!
