quinta-feira, fevereiro 25, 2010
Geólogos ou astrológos?
quarta-feira, fevereiro 24, 2010
Lost chance....
quarta-feira, fevereiro 10, 2010
Eu, que sou nabo.
É muito gratificante fazer-se parte de maiorias, não é? Imagino que sim; felizmente não sei. São muitos, são mais que os outros em número, são em maior quantidade, são um grupo muito grande. Ainda bem que são felizes assim. Nada contra.
Eu, que sou um nabo, tenho para mim que as maiorias nunca tem razão, apenas são maiorias porque são o grupo mais facilmente manipulável por alguém e, como tal, é algo que não abona nada em favor de cada um desses elementos que em conjunto formam a tal maioria.
Mas isto sou eu que, como disse anteriormente, sou apenas um nabo que não sabe integrar-se numa tal de maioria, nunca votou num partido que tenha ganho, nunca foi adepto dum clube com o maior número de sócios, não vai a fátima nem ouve fado.
Eu, que sou nabo, pensava que a masturbação era um acto individual.
Pobres dos não sei quê, porque será deles o reino do sinhôr.
segunda-feira, fevereiro 08, 2010
Nunca o fiz, não faço nem façarei
É o que dá um gajo engasgar-se com as natas ou c'o bolo-rei.
Çiga u linque e ouba o çôm ke bal a pena.
sexta-feira, fevereiro 05, 2010
Jornalismo do bom
O novo ano trouxe a José Sócrates uma vida amorosa repleta de emoções. Se o romance com Fernanda Câncio faz parte do passado, Célia Tavares e Guta Moura Guedes são as senhoras que se seguem... Mas uma reconciliação com a ex-mulher poderá estar à vista.
É impressão minha ou eles atiram para todos os lados? Já agora incluíam mais 127 nomes, pode ser que acertassem em algum.
quinta-feira, fevereiro 04, 2010
Para o …
sábado, janeiro 23, 2010
Jornalismo de e para atrasados mentais
A notícia do DN: “Sónia Lisboa e os 3 irmãos vivem sozinhos com 220€/mês” tem como subtítulo “Adolescentes não têm sequer televisão”. Entrando no texto da notícia, lê-se de entrada: “Não têm televisão nem aquecedor, não sabem o que é uma consola de jogos …”
A notícia, assinada por um tal Amadeu Araújo, revela uma pobreza de espírito confrangedora. A esse tal de Amadeu não impressiona a falta de dinheiro para o pão, a água, a sopa, a roupa, os medicamentos, ou até mesmo esse luxo que são os livros. Não, o drama primeiro é não ter, imagine-se, televisão. Vá lá que ainda mete como necessidade segunda um aquecedor, mas logo a seguir o que é que vem? Pois, claro, uma consola de jogos.


