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segunda-feira, outubro 01, 2007

Cercanias da Freita

Ontem não sei e amanhã ninguém sabe, mas hoje sou seguramente o único descendente de Adão e Eva por estas paragens.


Curioso é estender o olhar até ao horizonte ou encolhê-lo até às folhas mais próximas e não ver rasto do Criador.
As primeiras da época

Festim
Ao fim de mais de uma hora de caminhada, com o pequeno-almoço tomado há mais de três horas e com o cantil esquecido na mala do carro, nem queria acreditar no que os meus olhos viam.


Entretanto fui recolhendo umas maçãs e umas uvas, ao longo do restante percurso, para ajudar a compor o estômago. A esta altura ainda eu não sabia que me esperava um cozido à portuguesa regado por uma de Terras D’el Rei, num daqueles de beira de estrada.


Entretanto...

... ficaram assim após ter enchido a pança de amoras (se algum de vocês conhecer a Maya, peça-lhe para me ler o futuro).


Querem apostar…

… que o tipo que andou a podar vai deixar aqui o entulho, sem que isso o demova de, aquando da primeira cheia da temporada, encabeçar os protestos contra a Câmbra e a Purteçom Cibil por não manterem limpas as linhas de água?



Está bonito, o caminho!

Bom, não deixa de ser o sítio ideal para mudar a água às azeitonas, que já vai sendo tempo.
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terça-feira, maio 01, 2007

Todos à Praça!


Pasmado frente à Frecha da Mizarela recupero o precioso conceito – privilégio de muito poucos – de “ver as montanhas a crescer”.