segunda-feira, maio 04, 2009

Bloco central


14 comentários:

Animal disse...

andas a comer coisas muito indigestas...

Eric Blair disse...

não fui eu, pá, foi o lampadinha

António Barbosa disse...

O cenourinha veio também com essa conversa do bloco central, uma forma de perpetuarem a mama do poder entre eles ...

Fazia falta uma descarbga que levasse muitos mas uma imediata podia levar já estes :

- Manuela Ferreira Leite

- Pedro Santana Lopes

- Cenourinha

- Paulo Portas

porque são daqueles que andam a boiar...

Cão disse...

Ganhas-te por antecipação.

'mega' disse...

'eu acrescentaria: nem raio que o parta...'

francis disse...

um dia destes ainda levas de algum centralista, está na moda.
;)

Pêndulo disse...

Eric, tás no jornal pá !



http://ultimahora.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1378709&idCanal=58

Revisão do estatuto da carreira docente
Professores do ISEP falam “de ruptura generalizada” no politécnico e responsabilizam Gago
05.05.2009 - 15h42 Margarida Gomes
O ministro Mariano Gago tem uma nova batalha pela frente. Os professores do Instituto Superior de Engenharia do Porto (ISEP) enviaram segunda-feira uma carta aberta ao ministro da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior na qual alertam Mariano Gago para o “grave cenário” que se desenhará nas instituições do ensino superior politécnico se a actual proposta de estatuto da carreira docente do ensino superior politécnico for aprovada.

Os 130 professores que subscrevem a carta, a que o PÚBLICO teve acesso, sustentam que “um processo de revisão do estatuto da carreira docente deve corresponder a uma oportunidade para dar um salto qualitativo no que se refere ao desempenho das instituições e não um processo que implique a criação de uma crise institucional acentuada”.

Acenando com a possibilidade de o ensino superior politécnico público entrar “numa situação de ruptura generalizada”, os docentes consideram que, em termos institucionais, a implementação da proposta de revisão acarretaria “graves consequências, não só, na qualidade do ensino e da investigação, como no próprio funcionamento normal das instituições”. Para os 130 professores do ISEP, uma dessas consequências decorre do facto de “a proposta impor a existência de, pelo menos, 50 por cento de docentes convidados, a tempo parcial”, uma situação que “obrigará à dispensa de muitos dos actuais docentes, em cuja formação as instituições têm vindo a investir, para contratar outros docentes (em regime de tempo parcial), e eventualmente, com menor formação académica”.

Sustentam também que o conteúdo do projecto de decreto-lei “contradiz, frontalmente, a intenção anunciada no preâmbulo do próprio documento, de estabilizar o corpo docente das instituições” e declaram que há “instituições em que o número de doutorados com contratos a prazo é superior ao número de docentes doutorados na carreira”. A este propósito, revelam que no caso do Instituto Superior de Engenharia do Instituto Politécnico do Porto (ISEP/IPP), que é a instituição do Ensino Superior Politécnico Público com maior número de doutorados (136, num total de 441 docentes), já são mais.

Preocupados com o processo, os professores confrontam Mariano Gago com o facto de o “presente diploma desprezar a situação dos docentes que sempre satisfizeram os requisitos do actual estatuto da carreira docente e que, durante muitos anos, se empenharam intensamente na vida e no funcionamento das escolas”.

Por fim, aludem à necessidade de serem criados “mecanismos de transição” para que os docentes com contratos a prazo e que se encontram em regime de tempo integral ou em dedicação e exclusiva, disponham de reais oportunidades de ingresso na carreira”.

DistraidoAsAlways disse...

Acho que com um pouco de WC suíno o bloco desfazia-se....

mfc disse...

Tu tem cuidado... quem se mete com o Centrão... leva!

Eric Blair disse...

cá a malta agradece a divulgação, caro Pêndulo. Num 'stá fácil. O Mariano, gago das ideias, não passa de um capacho.
Põe aquele ar de cientista e não passa de um papalvo.

francis disse...

"Para os 130 professores do ISEP, uma dessas consequências decorre do facto de “a proposta impor a existência de, pelo menos, 50 por cento de docentes convidados, a tempo parcial”, uma situação que “obrigará à dispensa de muitos dos actuais docentes, em cuja formação as instituições têm vindo a investir, para contratar outros docentes (em regime de tempo parcial), e eventualmente, com menor formação académica”."

A minha alma está parva.
Mas a que propósito ? Tachos pró amigos ?

Zé Costa disse...

É pá, deixem seguir esse, se não como é que despachamos os outros e são muitos!

Eric Blair disse...

poupar guita, caro Frank, poupar guita e nada mais. O que eles vão propor é que os docentes que estão fiquem na mesma, mas que deixem de ter dedicação exclusiva; ie: na prática fica tudo na mesma em termos de trabalho, mas perde-se 1/3 do salário (o correscpondente à dedicação exclusiva).
Úma acção também conhecida por "meter o dedo no cú".

ps.(r) e foram 160 docentes ,não 130 (erro do Público), dinamizados em apenas 4h e na semana da queima.

Tecido_humano disse...

vou votar nessa urna!